Ministério da Saúde estuda extinguir as gotinhas contra pólio

O Ministério da Saúde informou que estuda a possibilidade de substituir a vacina em gotas contra a paralisia infantil (poliomielite) pela vacina com injeção.
Conhecida pela popular campanha do personagem Zé Gotinha, a vacina Sabin, aplicada via oral, feita com o vírus vivo em estado atenuado, pode ser trocada pela Salk, aplicada dentro do músculo, feita com o vírus morto.
O ministério ainda não definiu uma data para implementar a nova vacina, que deve se estender por todo país.
A assessoria do ministério explicou que, segundo recomenda a Organização Mundial da Saúde (OMS), a vacina injetada só deve ser adotada quando a poliomielite for erradicada no mundo inteiro.
Segundo o ministério, o vírus ainda é ativo em 26 países no mundo. O Brasil erradicou a doença há 20 anos.
O estudo que está sendo feito pelo ministério leva em consideração questões técnicas e operacionais e avalia a capacidade de produção e distribuição na vacina Salk em escala nacional.
Em nota, o ministério informou que especialistas “avaliam a tecnologia, custo benefício, custo efetividade, além do impacto epidemiológico, imunológico e logístico”.

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