Deputado Alexandre Almeida cobra segurança para escolas públicas de Timon

Em pronunciamento feito na
sessão legislativa desta terça-feira (7), o deputado Alexandre Almeida (PSD)
cobrou segurança para as escolas públicas de Timon.
A fala do
deputado foi motivada por um apelo feito pela presidente do Grêmio Estudantil
do Colégio Aluízio Azevedo. Em nota pública, a estudante denunciou o furto dos
ventiladores e de todas as lâmpadas das salas de aula da escola, ocorrido
durante o período de carnaval. Ainda segundo a nota, o furto aconteceu pela
falta de vigilantes. Diante da situação, os estudantes decidiram paralisar as
aulas até que a Secretaria de Estado da Educação faça a reposição dos itens
furtados e designe vigilantes para garantir a segurança no local.
“Esse apelo
reflete a situação precária vivida por estudantes e professores das nossas
escolas públicas, a realidade é triste, professores sem condições mínimas de
dar aula e, consequentemente, alunos sem condições de aprender”, ressaltou
Alexandre Almeida.
Durante o
pronunciamento, o deputado fez questão de mostrar em plenário a foto da entrada
do colégio Aluízio de Azevedo, aonde foi fixada uma faixa com o apelo: “Senhor
ladrão, não roube nossa escola. Queremos estudar”. “É uma faixa que retrata a
tristeza, a indignação de jovens que querem um futuro melhor, mas estão tendo o
seu direito frustrado porque a Secretaria de Educação não está tendo condições
de garantir segurança nas unidades escolares do estado do Maranhão”, enfatizou Almeida.
Finalizando o
seu pronunciamento, Alexandre Almeida disse: “Eu queria hoje estar aqui nesta
tribuna comemorando, agradecendo ao Governador pela mudança que ele podia ter
feito, queria estar aqui agradecendo os avanços na educação que o Governador podia
ter feito. E o tempo do verbo é podia, pois, infelizmente, o tempo está
passando. Três anos é exatamente o tempo que o atual Governador está conduzindo
os destinos do nosso Estado. E a realidade que nós vemos é um governo que não
tem competência de garantir segurança para os estudantes timonenses e,
seguramente, em muitos outros municípios deste Estado também. Não é assim que o
Maranhão será de todos nós. Não é essa a mudança que o Maranhão tanto
acreditou”.

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