Diante dapéssima repercussão do massacre de 56 presos no massacre do complexo prisional
em Manaus, Michel Temer decidiu antecipar seu plano de Segurança para as
prisões brasileiras. Entregue sem muito cuidado, o projeto federal não estipula
prazos ou metas. Após se reunir com ministros, Temer anunciou que serão
construídos cinco novos presídios federais de segurança máxima para abrigar
detentos perigosos, antecipando uma das medidas do Plano Nacional de Segurança,
que ainda não foi debatido com governos estaduais. Em cada unidade haverá entre
200 e 250 novas vagas. Os gastos serão de cerca de R$ 200 milhões, ou até R$ 45
milhões por unidade. Anúncio de novos presídios foi feito, contudo, sem
terminar a construção da quinta unidade do tipo no país, que começou a ser
construída em Brasília, mas está atrasada. O edital do projeto foi lançado em
2013. A empresa responsável abandonou a obra, e a segunda colocada na licitação
havia assumido o canteiro, após uma longa negociação.
As informações são de O Globo.
“Os presídios federais também não se mostram imunes
à atuação das facções. Investigações da Polícia Federal (PF) e do Ministério Público
Federal (MPF) mostram que ao menos um líder da Família do Norte (FDN), apontada
como responsável pelo massacre em Manaus que deixou 60 mortos, manteve
influência no grupo criminoso mesmo preso na unidade da União.
à atuação das facções. Investigações da Polícia Federal (PF) e do Ministério Público
Federal (MPF) mostram que ao menos um líder da Família do Norte (FDN), apontada
como responsável pelo massacre em Manaus que deixou 60 mortos, manteve
influência no grupo criminoso mesmo preso na unidade da União.
Segundo investigações da PF, substitutos são preparados
com antecedência para ficar nas cadeias estaduais quando os “chefes” são
transferidos para prisões federais. Foi o que ocorreu no caso do suposto líder
da FDN, José Roberto, que já tinha escolhido um braço-direito para lhe suceder
quando fosse retirado do estado, o que ocorreu em 2015. Diálogos nesse sentido
foram interceptados nas investigações.”
com antecedência para ficar nas cadeias estaduais quando os “chefes” são
transferidos para prisões federais. Foi o que ocorreu no caso do suposto líder
da FDN, José Roberto, que já tinha escolhido um braço-direito para lhe suceder
quando fosse retirado do estado, o que ocorreu em 2015. Diálogos nesse sentido
foram interceptados nas investigações.”
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