Odeputado Stênio Rezende (DEM) destacou os investimentos na área da saúde que o
governo vem realizando no Estado Maranhão.
Ele enfatizou que, apesar da falta de crescimento
econômico no país, até o momento já foram inaugurados cinco hospitais: o de
Pinheiro, Caxias, Santa Inês, Imperatriz e Bacabal. As manutenções desses
hospitais, que gira em torno de R$ 50 milhões por ano, são bancadas com
recursos do Tesouro Estadual, resultando em R$ 250 milhões a mais de despesas
no setor da saúde.
econômico no país, até o momento já foram inaugurados cinco hospitais: o de
Pinheiro, Caxias, Santa Inês, Imperatriz e Bacabal. As manutenções desses
hospitais, que gira em torno de R$ 50 milhões por ano, são bancadas com
recursos do Tesouro Estadual, resultando em R$ 250 milhões a mais de despesas
no setor da saúde.
“O governador está fazendo um esforço gigantesco para
melhorar a saúde no Estado. Essa política de descentralização que ele está fazendo
na macrorregional é que é a verdadeira política que, inclusive, foi iniciada
pelo saudoso ex-governador Jackson Lago no município de Presidente Dutra”,
afirmou Stênio Rezende.
melhorar a saúde no Estado. Essa política de descentralização que ele está fazendo
na macrorregional é que é a verdadeira política que, inclusive, foi iniciada
pelo saudoso ex-governador Jackson Lago no município de Presidente Dutra”,
afirmou Stênio Rezende.
O deputado esclareceu também que os hospitais regionais
são de atendimento de retaguarda. “O atendimento de urgência e emergência é de
responsabilidade dos municípios. Lamento profundamente a morte de um paciente
no município de Santa Inês. Mas, quem tinha que dar a assistência de urgência e
emergência; quem tinha que estar com a ambulância na porta do hospital para
fazer os primeiros atendimentos, era o município”, acentuou o deputado.
são de atendimento de retaguarda. “O atendimento de urgência e emergência é de
responsabilidade dos municípios. Lamento profundamente a morte de um paciente
no município de Santa Inês. Mas, quem tinha que dar a assistência de urgência e
emergência; quem tinha que estar com a ambulância na porta do hospital para
fazer os primeiros atendimentos, era o município”, acentuou o deputado.