Oprimeiro secretário da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Maranhão,
deputado estadual Edilázio Júnior (PV), avaliou como negativa a atuação
política do governador junto aos seus aliados, na disputa eleitoral que
acontece nos municípios.
Ele relatou ter visitado vários municípios no fim de
semana – ocasião em que participou de convenções partidárias e confirmação de
candidaturas -, e constatou a insatisfação, tanto do eleitorado maranhense,
quanto de lideranças políticas ligadas ao grupo do governador do estado.
semana – ocasião em que participou de convenções partidárias e confirmação de
candidaturas -, e constatou a insatisfação, tanto do eleitorado maranhense,
quanto de lideranças políticas ligadas ao grupo do governador do estado.
“Eu queria primeiro parabenizar o prefeito Edivaldo
Holanda Júnior [PDT] pela convenção que realizou no fim de semana. Ele mostrou
que realmente quer ganhar as eleições, quando pediu até pelo amor de Deus para
o governador não estar em seu palanque, em sua convenção. E olha que o
secretário do governo [Márcio Jerry], presidente do partido do governador
[PCdoB], insistiu muito para ir”, disse.
Holanda Júnior [PDT] pela convenção que realizou no fim de semana. Ele mostrou
que realmente quer ganhar as eleições, quando pediu até pelo amor de Deus para
o governador não estar em seu palanque, em sua convenção. E olha que o
secretário do governo [Márcio Jerry], presidente do partido do governador
[PCdoB], insistiu muito para ir”, disse.
Edilázio também citou a situação dos aliados do
governador em Pinheiro e em Imperatriz.
governador em Pinheiro e em Imperatriz.
“Em Pinheiro ele repetiu a história de Imperatriz. Lá,
tinha o até então pré-candidato, Luciano Genésio, que já havia sido humilhado e
demitido pelo governo e teve a sua esposa demitida, difamada e escorraçada do
Hemomar, e que passou a ser alvo do PCdoB. Quem atacava Genésio não era ninguém
ligado ao grupo Sarney, não era o PMDB, não era a turma de Filuca, era o PCdoB.
Fizeram uma semana de festa em Pinheiro para inaugurar o Hospital Regional.
Quem é o diretor do hospital? O candidato a prefeito do governador [Leonardo
Sá]. Todos os cargos do Estado no município foram entregues para o candidato do
PCdoB. Aí, ele começou a arruinar a sua própria pré-candidatura, porque o
hospital não funcionou, só havia reclamação. Resultado: o candidato do
governador teve de abrir mão da própria candidatura”, disse.
tinha o até então pré-candidato, Luciano Genésio, que já havia sido humilhado e
demitido pelo governo e teve a sua esposa demitida, difamada e escorraçada do
Hemomar, e que passou a ser alvo do PCdoB. Quem atacava Genésio não era ninguém
ligado ao grupo Sarney, não era o PMDB, não era a turma de Filuca, era o PCdoB.
Fizeram uma semana de festa em Pinheiro para inaugurar o Hospital Regional.
Quem é o diretor do hospital? O candidato a prefeito do governador [Leonardo
Sá]. Todos os cargos do Estado no município foram entregues para o candidato do
PCdoB. Aí, ele começou a arruinar a sua própria pré-candidatura, porque o
hospital não funcionou, só havia reclamação. Resultado: o candidato do
governador teve de abrir mão da própria candidatura”, disse.
Em Barreirinhas, ele criticou a neutralização do Governo
sobre o prefeito Léo Costa, impedido pelo PDT de disputar a reeleição.
sobre o prefeito Léo Costa, impedido pelo PDT de disputar a reeleição.
“Léo Costa, que é filiado e um dos fundadores do PDT,
sofreu um atentado lá em Barreirinhas. Ele foi cerceado e não pode sequer ser
candidato a prefeito na sua cidade, na qual exerce mandato legitimado pelo
povo. Mas por que fizeram esse atentado? Ora, porque o candidato do PCdoB é
sócio do governador no escritório de advocacia”, completou.
sofreu um atentado lá em Barreirinhas. Ele foi cerceado e não pode sequer ser
candidato a prefeito na sua cidade, na qual exerce mandato legitimado pelo
povo. Mas por que fizeram esse atentado? Ora, porque o candidato do PCdoB é
sócio do governador no escritório de advocacia”, completou.
Para ele, a influência Flávio Dino se dá de forma
autoritária sobre os membros do grupo governista.
autoritária sobre os membros do grupo governista.
“O ex-presidente da OAB, Mário Macieira, eu pelo menos
nunca tinha visto ele militar pelo PT, mas ele é sócio do governador também.
Sócio do candidato de Barreirinhas. Então o governador faz o que? Coloca como
candidato a vice em São Luís. Nunca militou pelo PT, nunca foi candidato a
nada, mas é sócio do governador. Esse é o governo da mudança. Governo fraco faz
assim”, enfatizou.
nunca tinha visto ele militar pelo PT, mas ele é sócio do governador também.
Sócio do candidato de Barreirinhas. Então o governador faz o que? Coloca como
candidato a vice em São Luís. Nunca militou pelo PT, nunca foi candidato a
nada, mas é sócio do governador. Esse é o governo da mudança. Governo fraco faz
assim”, enfatizou.
Edilázio também falou da “influência” do Governo em
Colinas, cidade natal do secretário de Estado da Comunicação, Marcio Jerry.
Colinas, cidade natal do secretário de Estado da Comunicação, Marcio Jerry.
“Colinas é a cidade do todo poderoso do Governo. A irmã
do todo poderoso [Régia Barroso] desiste da pré-candidatura. Quem desistiu não
foi o candidato do PMDB, nem do PV, nem do Democratas. Quem desistiu foi a irmã
do presidente do Partido Comunista do Brasil, do secretário que manda e
desmanda no Maranhão. Desistiu porque o Governo é inoperante naquele município
e em todo o estado. Porque o Governo é fraco. Porque não há discurso, não há
como pedir votos”, finalizou.
do todo poderoso [Régia Barroso] desiste da pré-candidatura. Quem desistiu não
foi o candidato do PMDB, nem do PV, nem do Democratas. Quem desistiu foi a irmã
do presidente do Partido Comunista do Brasil, do secretário que manda e
desmanda no Maranhão. Desistiu porque o Governo é inoperante naquele município
e em todo o estado. Porque o Governo é fraco. Porque não há discurso, não há
como pedir votos”, finalizou.