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| Eduardo DP é acusado de ser integrante de uma organização criminosa |
Por conta de um mandado de prisão preventiva
expedido pela 3ª Câmara
Criminal do Tribunal de Justiça, O empresário Eduardo José Bastos Costa, de 42
anos, conhecido como “Eduardo DP”, se apresentou à Superintendência Estadual de
Combate à Corrupção (SECCOR), onde prestou depoimento na tarde
desta quarta-feira (13).
expedido pela 3ª Câmara
Criminal do Tribunal de Justiça, O empresário Eduardo José Bastos Costa, de 42
anos, conhecido como “Eduardo DP”, se apresentou à Superintendência Estadual de
Combate à Corrupção (SECCOR), onde prestou depoimento na tarde
desta quarta-feira (13).
Eduardo DP é apontado nas investigações, pela
Policia Civil do Maranhão e o Grupo Especial de Combate a Organizações
Criminosas (Gaeco), do Ministério Público, como integrante de uma organização
criminosa responsável por desviar R$ 2 milhões dos cofres públicos do município
de Paulo Ramos.
Policia Civil do Maranhão e o Grupo Especial de Combate a Organizações
Criminosas (Gaeco), do Ministério Público, como integrante de uma organização
criminosa responsável por desviar R$ 2 milhões dos cofres públicos do município
de Paulo Ramos.
Durante a operação “Paulo Ramos II”, deflagrada
pela Superintendência Estadual de Prevenção e Combate à Corrupção (Seccor), em
conjunto com o Gaeco, no último dia 05, a polícia deu cumprimento a sete
mandados de prisões preventivas. Na ocasião, foram presos o gestor do município
de Paulo Ramos, Tancledo Lima Araújo, George Esber Mansour, Moussa Esber
Mansour, Geovana Carla Costa Freitas Mansour e o irmão do prefeito e então
secretário de Administração e Finanças do município, Joaquim Lima.
pela Superintendência Estadual de Prevenção e Combate à Corrupção (Seccor), em
conjunto com o Gaeco, no último dia 05, a polícia deu cumprimento a sete
mandados de prisões preventivas. Na ocasião, foram presos o gestor do município
de Paulo Ramos, Tancledo Lima Araújo, George Esber Mansour, Moussa Esber
Mansour, Geovana Carla Costa Freitas Mansour e o irmão do prefeito e então
secretário de Administração e Finanças do município, Joaquim Lima.
Também foi dado cumprimento de mandado de prisão
por trinta dias do ex-funcionário e responsável da empresa Rio Anil, de
propriedade de ”Eduardo DP” e José Alencar Miranda, pai do agiota Gláucio
Alencar. Estes dois últimos foram presos durante a Operação “Detonando”
realizada em 2012 que investigava o assassinato do jornalista Décio Sá e
constatou que uma organização criminosa comandada por Gláucio e seu pai
fraudava recursos públicos em 42 municípios do Estado.
por trinta dias do ex-funcionário e responsável da empresa Rio Anil, de
propriedade de ”Eduardo DP” e José Alencar Miranda, pai do agiota Gláucio
Alencar. Estes dois últimos foram presos durante a Operação “Detonando”
realizada em 2012 que investigava o assassinato do jornalista Décio Sá e
constatou que uma organização criminosa comandada por Gláucio e seu pai
fraudava recursos públicos em 42 municípios do Estado.
Após tomar ciência da ordem de prisão, Eduardo José
Bastos foi encaminhado ao Centro de Triagem, em Pedrinhas ficando à disposição
do Poder Judiciário.
Bastos foi encaminhado ao Centro de Triagem, em Pedrinhas ficando à disposição
do Poder Judiciário.
