Caxias: homem que matou escrivã a facadas é condenado a 35 anos de prisão em regime fechado

A escrivã Loane
 foi morta a facadas enquanto
colhia o depoimento dele
Caxias – O réu Francisco Alves Costa, 45, acusado de assassinar a facadas a escrivã da Polícia Civil
Loane Maranhão Silva Thé, 32, na Delegacia da Mulher, em Caxias, foi condenado
nesta terça-feira (7) pela Justiça a 35 anos de prisão em regime fechado.
Conforme a decisão do 
juiz Anderson Sobral de Azevedo, da 2ª Varada Comarca de Caxias, o acusado foi
condenado a 21 anos de prisão pelo assassinato de Loane e a 14 anos pela
tentativa de homicídio cometida contra a policial civil Marilene Santos Almeida.
Réu foi submetido a júri popular

Francisco foi submetido a
júri popular, no fórum desembargador Artur Almada Lima, a sentença
foi proferida por volta das 22h30 desta terça-feira.

A escrivã foi morta a facadas em maio de 2014, pelo
lavrador Francisco Costa, enquanto colhia o depoimento dele, dentro da
Delegacia da Mulher do município de Caxias. Na ocasião, o assassino era acusado
de ter estuprado as duas filhas, de 17 e 20 anos. O homicídio teve grande
repercussão no Maranhão.
Ao ouvir os gritos de Loane Maranhão, a policial
civil Marilene Santos Almeida correu para socorrê-la, sendo também esfaqueada
pelo réu. Depois de ter cometido os crimes, Francisco Costa tentou fugir, mas
foi recapturado e preso em flagrante.
Defendeu a tese do Ministério Público do Maranhão o
titular da 2ª Promotoria de Justiça de Caxias, Vicente Gildásio Leite Júnior.
Proferiu a sentença o juiz Anderson Sobral de Azevedo. Os jurados acolheram a
tese de homicídio qualificado por motivo fútil. Foi considerado, ainda, que o
assassinato foi cometido para acobertar outro crime.
Nascida em Teresina, no Piauí, Loane tinha 32 anos
e trabalhava na Delegacia da Mulher de Caxias há quatro.

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