O desembargador Lourival de Jesus Serejo Sousa, indeferiu recurso interposto pelo Sindicato dos Profissionais do Ensino
Público Municipal de São Luís (Sindeducação), que pedia a reconsideração da decisão da Justiça que decretou ilegalidade da greve dos professores e determinou a volta imediata dos educadores a sala de aula.
Público Municipal de São Luís (Sindeducação), que pedia a reconsideração da decisão da Justiça que decretou ilegalidade da greve dos professores e determinou a volta imediata dos educadores a sala de aula.
Na nova decisão, o desembargador esclarece que não
fica demonstrada a impossibilidade jurídica e prática, apresentada pelo
Sindeducação no pedido de reconsideração, do cumprimento da decisão sem realização
prévia de uma assembleia geral da categoria. Uma multa diária de R$ 10 mil
havia sido estipulada para o sindicato, e segue valendo com a nova decisão da
Justiça.
fica demonstrada a impossibilidade jurídica e prática, apresentada pelo
Sindeducação no pedido de reconsideração, do cumprimento da decisão sem realização
prévia de uma assembleia geral da categoria. Uma multa diária de R$ 10 mil
havia sido estipulada para o sindicato, e segue valendo com a nova decisão da
Justiça.
Revindicações
Os professores querem reajuste salarial de 11,36% integral com retroativo, e
rejeitou a proposta da Secretaria Municipal da Educação (Semed), de 10,67% em
duas parcelas, sendo a primeira de 5% no mês de junho, com retroativo a
janeiro, e a segunda de 5,4% em novembro, sem retroativo. 449 professores da
rede pública municipal decidiram pela paralisação das atividades durante
assembleia geral extraordinária realizada no dia 19 de maio.
Os professores querem reajuste salarial de 11,36% integral com retroativo, e
rejeitou a proposta da Secretaria Municipal da Educação (Semed), de 10,67% em
duas parcelas, sendo a primeira de 5% no mês de junho, com retroativo a
janeiro, e a segunda de 5,4% em novembro, sem retroativo. 449 professores da
rede pública municipal decidiram pela paralisação das atividades durante
assembleia geral extraordinária realizada no dia 19 de maio.
De acordo com o Sindeducação, 80% das 281 escolas
da rede municipal de ensino estão sem condições apropriadas para abrigar
alunos, com ‘infraestrutura degradada’ e ‘a grande maioria vulnerável às ações
de criminosos, pela total ausência de segurança’.
da rede municipal de ensino estão sem condições apropriadas para abrigar
alunos, com ‘infraestrutura degradada’ e ‘a grande maioria vulnerável às ações
de criminosos, pela total ausência de segurança’.
