Confira o informativo da Câmara Municipal de São Luís nesta quinta (8)

 

Edson Gaguinho vai à SEMURH e garante que ambulantes continuem trabalhando Centro mesmo com a reforma do Complexo Deodoro

 

Preocupado com a situação dos trabalhadores do comércio informal de São Luís, o vereador Edson Gaguinho (PHS) esteve no final da tarde de terça-feira (06), na Secretaria Municipal de Urbanismo e Habitação de São Luís-SEMURH.  Participaram da reunião o secretário Leonardo Andrade, o vereador Pavão Filho (PDT), o Presidente do Sindicato de Vendedores Ambulantes de São Luís, José de Ribamar Ferreira, o Presidente da Associação dos Vendedores Ambulantes, Carlos Cunha dos Santos, além de Assessores da SEMURH. O encontro serviu para debater melhores condições de trabalho para a classe.

Agora, por conta das obras de requalificação do Complexo Deodoro que está sendo executado pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) por meio do programa federal PAC Cidades Históricas, os vendedores ambulantes que ocupavam a Praça Deodoro e Pantheon no Centro de São Luís, serão realocados para as proximidades do Colégio Liceu. A decisão foi tomada em conjunto, durante a reunião.

De acordo com o parlamentar, a medida foi à alternativa viável para que os vendedores ambulantes não deixassem o centro da capital durante a reforma do Complexo Deodoro. Além disso, Edson Gaguinho voltou a defender a construção do “Shopping Popular dos Vendedores Ambulantes”, local onde os trabalhadores do comercio informal possam vender seus produtos com mais comodidade, em um ambiente adequado, com mais conforto e segurança.

“Mesmo antes de assumir como vereador, sempre me preocupou a situação dos vendedores ambulantes. Agora, com a reforma da Deodoro, vim buscar uma alternativa para que eles continuassem vendendo seus produtos ali mesmo no centro da cidade. Também ressaltei a importância da construção desse shopping popular para os vendedores ambulantes. Já visitei outras cidades e vi de perto a satisfação de vendedores e consumidores depois que o shopping foi instalado. Vamos sentar com o executivo e apresentar todo o projeto do shopping que com certeza será um sucesso aqui em São Luís”, explicou Edson Gaguinho.

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Cézar Bombeiro aciona o MP para analisar aumento no preço de passagens de ônibus

O vereador Cézar Bombeiro (PSD) encaminhou ofício ao procurador geral de Justiça, Luis Gonzaga Martins Coelho, solicitando a intervenção do Ministério Público para proceder análise no aumento no preço das passagens dos transportes coletivos de São Luís. A decisão do parlamentar do PSD foi provocada pelo fato do Sindicato das Empresas de Passageiros alegar inúmeras dificuldades para transferir suas responsabilidades fazendo-as serem embutidas no valor das tarifas.

Enquanto o Sindicato das Empresas aponta que os terminais de integração, bilhetagem eletrônica, ar condicionado,  e GPS, além de outros itens constantes no contrato de licitação, Cézar Bombeiro afirma que desde a celebração desse acordo nada melhorou para o usuário, “muito pelo contrário, as dificuldades de outrora foram acentuadas com os vícios das empresas nos mesmos setores, ainda tripudiando dos usuários”, completa.

O vereador social democrata defende que o reajuste das tarifas têm de passar por uma ampla discussão envolvendo a Câmara Municipal, o Ministério Público e entidades da sociedade civil. Por sua vez, o setor empresarial tem o entendimento contrário, para que a tarifa da remuneração seja composta pela passagem e complementada pelo município com subsídio para as concessionárias.

Continuando a discussão sobre o tema, Cézar Bombeiro pontua outra ação prejudicial aos usuários , pois “com os chamados corredores fracionados de transporte coletivo as viagens se tornaram mais demoradas, e os terminais se transformando em verdadeiros infernos para os passageiros”. Ele acentua para a necessidade de paradas de ônibus dignas, para que os usuários possam contar com abrigos decentes, principalmente no período das chuvas.

Para Cézar Bombeiro, é necessário ser feita uma revisão na concorrência pública para o setor, o que para ele “visa garantir os direitos das pessoas que utilizam o sistema, e não os interesses daqueles que exploram e dominam o sistema, sem prestar um serviço de qualidade para os usuários, que já são penalizados com uma tarifa exorbitante e totalmente fora da realidade”.

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