Dilma cobra origem de recursos para aprovar dinheiro para saúde e a segurança

“Só não quero que me deem presentes de grego”. A afirmação da presidente Dilma Rousseff se referiu à emenda 29 – para a Saúde – e à PEC 300 – para a Segurança – que estão sendo discutidas no Congresso Nacional que quer uma contrapartida federal nessas áreas. “Gostaria que aprovassem as despesas, mas que tivessem a firmeza e a coragem de apresentar a origem dos recursos”, destacou a presidente. “Se não, o País não vai andar para frente”.
A presidente disse que seu governo tem o desafio de ser capaz de entregar educação, saúde e segurança de qualidade à população. ‘Quero saber de onde vão sair todos os investimentos necessários para garantir que o nosso povo tenha saúde de qualidade, quero saber como vamos garantir que o Brasil tenha educação básica de qualidade. Hoje considero que o momento de crise internacional não está propício para que se aprove despesas sem dizer de onde saem os recursos’, declarou.
A presidente Dilma deu entrevista a rádios locais ao desembarcar em Caruaru – a 130 km de Recife, no agreste pernambucano, antes de cumprir programação em Cupira e em Garanhuns. Acompanharam a presidente na viagem os ministros da Educação, Fernando Haddad, da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho, das Cidades, Mário Negromonte, e da Comunicação Social, Helena Chagas.
Em Cupira, ela assinou ordem de serviço para a construção das barragens de Cupira e Gatos, além de convênio para a construção da barragem de Serro Azul. Essas barragens irão prevenir enchentes na zona da Mata Sul, cujos municípios foram fortemente atingidas pelas chuvas em 2010. Ela também assinou contratos para financiar construção de moradias populares dentro do programa Minha Casa Minha Vida em 23 municípios do Agreste e Zona da Mata.
De O Estado de S.Paulo

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